Brincadeira de Sombra

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Brincadeira de Sombra
Um livro divertido que retrata o que há de mais encantador no universo infantil: a curiosidade
Autor: Ana Maria Machado
Editora: Global
Idioma: Português
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InformaçõesEm “Brincadeira de Sombra”, o texto de Ana Maria Machado, ilustrado por Marilda Castanha, desperta na criança o prazer de brincar, de levantar hipóteses, de entrar no jogo da descoberta das luzes e das sombras, de aparecer e sumir, de diminuir e crescer, de correr e parar, de acender e apagar, de chegar perto e afastar. Tudo isso, a menina da história, Luísa, descobre com a ajuda de seu avô: - Vovô, ela está fazendo o que eu faço! - É porque ela é sua sombra - diz o avô. Eu não quero essa sombra pequena. Vamos trocar de sombra? Eles não conseguem trocar de sombra. Um livro bonito, inteligente! Gostoso de ler, gostoso de ver.
Ficha técnicaISBN: 852600736
Número de páginas: 16
Acabamento: Brochura
Editora: Global
Origem: Nacional
Edição: 4
Dimensões: 1 x 18 x 26 - Espessura (cm) x Largura (cm) x Altura (cm).
Sobre o AutorAna Maria Machado tem mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 17 países, somando mais de 18 milhões de exemplares vendidos. Começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e participou de exposições individuais e coletivas. Estudou Letras, foi professora em colégios e faculdades, trabalhou em jornais e revistas do Rio de Janeiro e de São Paulo. No fim de 1969, depois de ser presa e ter diversos amigos detidos, durante a ditadura, deixou o Brasil e partiu para o exílio. Na Europa, trabalhou como jornalista na revista Elle, em Paris, e na BBC, de Londres, além de se tornar professora na Sorbonne, onde também foi aluna de Roland Barthes e terminou a tese de doutorado em Linguística e Semiologia sob sua orientação. O livro Recado do nome, que trata da obra de Guimarães Rosa, é resultado dessa tese. Voltou ao Brasil no fim de 1972, quando começou a trabalhar no Jornal do Brasil e na Rádio JB, onde foi chefe do setor de Radiojornalismo. Em 1978 recebeu o prêmio João de Barro com o texto "História meio ao contrário", que depois de editado recebeu o prêmio Jabuti. Deixando todas as outras carreiras em 1980, dedicou-se ao que mais gosta: escrever livros, para adultos, crianças e jovens. Ganhou tantos prêmios, no Brasil e no exterior, que em 1993 se tornou hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) e, do 2006, do prêmio Ibero-Americano de Literatura Infantil. Em 2000 recebeu o Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da literatura para crianças. E em 2001 a Academia Brasileira de Letras lhe deu o maior prêmio literário nacional, o Machado de Assis, pelo conjunto da obra. Em 2003 foi eleita para a cadeira número 1 da Academia Brasileira de Letras, onde desenvolve intensa atividade na divulgação dos livros e da literatura.

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